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ISLÂNDIA # ICELAND – 13 JÖKULSÁRLÓN
Jökulsárlón

A tradução literal de Jökulsárlón é “lago(a) glaciar”. De facto, estamos perante uma lagoa de 18 km2 a jusante do glaciar de Breidamerkurjökull, com ligação directa ao Atlântico através de um canal atravessado por uma ponte da estrada N1. Com acessos muito fáceis a qualquer pessoa, o Jökulsárlón está situado no Parque Nacional de Skaftafell e é uma das principais atracções turísticas da costa sueste islandesa. Nas suas margens existe um Posto de Turismo e empresas que proporcionam passeios na zona da lagoa em barcos semi-rígidos, veículos anfíbios de fabrico russo, snowmobiles e em viaturas 4×4. Pela nossa parte, atendendo a que a luminosidade era muito boa, tínhamos binóculos e boas objectivas, achámos que não valia a pena embarcar e ficámos pelas margens, saboreando o cenário, observando a fauna e tirando umas fotos.

Os icebergs que flutuam na lagoa e, lentamente, deslizam em direcção às águas ligeiramente mais quentes do Atlântico, são (como se tal fosse necessário) uma prova inequívoca dos efeitos do aquecimento global sobre o planeta. Um pouco como em todo o globo, os glaciares estão a derreter e a recuar a um ritmo geologicamente alucinante. A cor negra visível em muitos icebergs deriva dos detritos rochosos arrastados no “caminho” em direcção à lagoa. Os icebergs com uma cor azul brilhante “deram a volta”, ou seja, quando a temperatura da água ficou superior à atmosférica, derreteram mais rapidamente a parte submersa, o que provocou uma rotação de 180º e deixou na superfície aquela fabulosa cor azul diamante da parte anteriormente submersa.

Como curiosidade, muitos dos “takes” dos filmes Tomb Rider e Die Another Day foram realizados no Jökulsárlón.



ISLÂNDIA # ICELAND – 12 (HÖFN a VATNAJÖKULL)

Depois de visitarmos o Turismo de Höfn, partimos calmamente pela N1 em direcção ao glaciar de Vatnajökull com a intenção de explorar todos os trilhos que lhe dessem acesso e, se possível, alugar um Big Foot e/ou Snowmoblie que nos permitisse deambular pelo glaciar e, com uma pontinha de sorte, chegar a um cume que possibilitasse avistar o vulcão que este ano acordou e cuspiu fogo no início da Primavera: o Grimsvötn.

Portas com comando à distância

Painel de instrumentos do A380
Alguns quilómetros depois de Höfn, recomeçaram aquelas “monótonas” paisagens de cortar a respiração.

Trilho para Haukafell

Camping de Haukafell

Haukafell

Hibrido :)

Pista para Fláajökull

Fláajökull

Fláajökull

Fláajökull

Fláajökull

A partir daqui, todas as fotos deste episódio são do acesso e das nossas deambulações no Vatnajökull (o maior glaciar da Europa). pela pista de Jöklasel Na foto com o mapa, pode ter-se uma ideia dos trajectos realizados desde Höfn e da localização do vulcão Grimsvötn (canto superior esquerdo).

Um dos transportes utilizados

Outro

Na imensidão do Vatnajökull

Noção da escala

Devido às condições meteorológicas adversas, não conseguimos avançar o suficiente para avistar o Grimsvötn. Não obstante, foi uma jornada “em cheio” e a única dificuldade foi seleccionar apenas algumas fotografias, pois que as que vão preencher o nosso álbum são várias dezenas.



ISLÂNDIA # ICELAND – 11 (KÁRAHNJÚKAR A HOFN)

Depois do tardio mas saboroso jantar iluminado pela lua cheia e com o maior glaciar da Europa como pano de fundo, dormimos uma “noite santa” completamente isolados de tudo e de todos. Se, quando recolhemos à tenda, apenas caíam uns pingos de chuva, quando acordámos, percebemos que a noite tinha sido farta em água despejada de uma qualquer cascata lá bem alto, nas nuvens. Tomado o pequeno almoço, rapidamente chegámos ao complexo hidroeléctrico de Kárahnjúkar e podemos reapreciar a magnificência do canyon onde foi barrado o caminho ao rio Jökla – um dos 5 melhores rios da Islândia para a pesca da truta e do salmão (Fögruhlíðará, Kaldá, Laxá, Fossá e Jökla).

Canyon do rio Jökla desde a pista para a Barragem de Kárahnjúkar

Meia dúzia de quilómetros depois de atravessar os dois paredões da barragem, fizemos o desvio para a F909, em direcção a Snaefell. com intenção de conseguir chegar até próximo dos limites do glaciar Eyjabakkajökull. As fotos que seguem são de mais esse belo pedaço daquele país distante.

Renas (sem o trenó do Pai Natal)

F 909

F 909

F 909

F 909

Snaefell Rangers

Um pedaço rolante

Eyjabakkajökull

Eyjabakkajökull

Eyjabakkajökull

Marcação do WP no Garmin 60Csx

Início do regresso desde Eyjabakkajökull

Ajuda a motociclista alemão que caiu no ribeiro

A caminho de Höfn

Desvio pela F980 para Kollumúli

F980 para Kollumúli

Como não conseguimos atravessar o rio devido à muito forte corrente na zona que se vê ao fundo (até onde chegámos) tivemos de fazer meia volta e regressar à estrada para Höfn.

Chegados a Höfn e verificada a inexistência de alojamento disponível, dirigimo-nos ao parque de campismo, montámos a tenda e aguardámos a chegada do outro “expedicionário tuga”, o Bruno, também aos comandos de um Suzuki. Após o reencontro e de uma jantarada debaixo do telheiro do parque, com a troca de experiências vividas em terras islandesas, preparámo-nos para uma noite de chuva. As fotos que seguem são da alvorada do dia seguinte, antes da separação e da nossa partida para o Vatnajokull.

Os Tugas em Höfn

Höfn

Höfn

Höfn

Höfn

Höfn

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