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ESCAPADELA À SERRA DA ESTRELA

 

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A Serra da Estrela exerce em mim uma atracção muito especial, “funcionando” frequentemente como “catarse” para as mais variadas adversidades. Se não atinge a “purificação filosófica” que lhe era atribuída pelo velhinho Aristóteles, costuma ter o “dom” de possibilitar uma libertação emocional que rejuvenesce o espírito e dá alento ao físico. “Filosofias baratas” aparte, gosto de voltar à Serra, seja no Inverno ou em qualquer outra estação do ano. Em Fevereiro, antes do Carnaval e das costumeiras enchentes de visitantes, a meteorologia anunciou um fim-de-semana de sol, com frio à noite, bem como a possibilidade de cair alguma neve… como se depreende, bazámos em direcção ao Maciço Central… As fotos e o filme que seguem, procuram ilustrar um pouco do muito que vimos e que, para não variar, nos fizeram dar por bem empregue a viagem. 

FILME AQUI

 

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ÁFRICA DO SUL – SUAZILÂNDIA – MOÇAMBIQUE (7/12)

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Este artigo pretende resumir a última etapa no Kruger National Park – no dia seguinte rumámos à Suazilândia. Não sei bem por onde começar. Para os críticos, o KNP é pouco “autêntico”, uma máquina de “fazer dinheiro” muito bem oleada e sincronizada. Acredito que, para o turista sem autonomia e com pressa de ver o máximo no mínimo espaço de tempo, assim seja. No nosso caso, graças às sugestões do João (visitante assíduo), só por uma vez tivemos essa sensação, precisamente quando, nesta etapa, chegámos a Skukuza e nos deparámos com centenas de turistas prestes a entrar em dezenas de Land Cruisers do KNP, para a visita guiada da tarde. Esse episódio aparte, circulámos quase sempre sozinhos, cruzando-nos ocasionalmente com outros visitantes. Creio que a melhor sugestão é ficar dois ou três dias, preferencialmente, com uma viatura alugada. Acampámos uma noite em Skukuza e ficámos duas no Pestana Kruger, em Malelane. Para quem vai pela primeira vez, talvez seja a melhor opção (o Skukuza Lodge & Rest Camp tem várias opções para pernoitar) e o Pestana correspondeu às expectativas. Numa eventual próxima visita, procurarei outro Rest Camp, mais pequeno, menos “civilizado” e menos “sobrelotado”. Em qualquer caso, vimos uma ínfima parte do parque mas as sensações e memórias vivenciadas são indescritíveis e inolvidáveis.

Daí que as expectativas para o rústico Hlane Royal National Park, na Suazilândia, tenham aumentado…

Esta última etapa no KNP, partiu de Malelane, passou por Ber En Dale, Skukuza e terminou no Pestana Kruger, em Malelane.

Seguem algumas imagens e o link para um vídeo no YouTube.

Fiquem bem.

VÍDEO NO YOUTUBE

 

 

 

 



ÁFRICA DO SUL – SUAZILÂNDIA – MOÇAMBIQUE (6/12)

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SKUKUZA – LOWER SABIE – MALELANE (PESTANA KRUGER LODGE)

Depois de uma noite bem passada na zona de acampamento de Skukuza, preparámo-nos para a primeira grande etapa de exploração do Kruger Park. O objectivo era rolar calmamente pelo Lower Sabie, até Malelane. Pela “amostra” da tarde anterior e toda a envolvência inerente a uma “primeira noite africana” a expectativa era mais que muita. Desde o deslumbrante céu e pôr-do-sol, aos odores e ruídos, tudo era novo e de tudo gostávamos, quais crianças embevecidas com um apetecido brinquedo novo. A realidade desta espectacular etapa de aproximadamente 140 kms em nada defraudou as expectativas. Pelo contrário, tivemos a oportunidade de, bem perto ou mais ao longe, ver, filmar e fotografar leões, elefantes, rinocerontes, hipopótamos, chitas, etc., etc, numa enorme variedade e quantidade que o João dizia corresponder a sorte de principiantes. Já ao final do dia e enquanto filmávamos umas girafas, um elefante curioso ou chateado com a vidinha, decidiu correr para nós e nós decidimos que era tempo de “carregar com o pé na tábua” e meter distância. Chegámos tranquilamente ao Pestana Kruger Lodge, a tempo de saborear um esplêndido pôr-do-sol, mero aperitivo para um não menos espectacular jantar na esplanada sobre o Crocodile River. Acaso ou não, convido-vos a verem algumas das fotos que escolhi e o filme cujo link para o YouTube segue abaixo.

LINK PARA O YOUTUBE



BOUCLE DE DORNES 4X4

De acordo com o Vortex Magazine, Dornes, terra muito antiga, que será mesmo anterior à fundação da nacionalidade, é uma das cinco mais belas vilas de Portugal. Como gostos não se discutem, não vale a pena argumentar contra ou a favor. O que posso dizer é que conheci Dornes no início da década de 80, quando me refugiei alguns fins-de-semana no Lago Azul para escapar ao bulício de Lisboa e respirar a tranquilidade do rio Zêzere. A convite dos amigos do Pula Valas, participei naquilo a que chamei de Boucle de Dornes 4×4, i.e., uma passeata “fora de estrada” em torno da vila, durante o primeiro fim-de-semana de Julho. Claro que o passeio 4×4 foi apenas pretexto para animado convívio que teve início com a concentração dos participantes em Coruche, e o início das hostilidades gastronómicas na Sopa da Pedra, em Almeirim. Com a excelente “desorganização organizada” do Pedro Santos, foram dois dias de animada diversão. Como só pude aceitar o convite “em cima da hora” acabámos por pernoitar na Vila dos Castanheiros, local onde hei-de voltar com mais tempo.

Deixo-vos com alguns bonecos e um filme que podem ver no YouTube clicando AQUI.

 

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MARVÃO

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Marvão é um daqueles locais mágicos do nosso imaginário… tornado realidade. A sua localização privilegiava a defesa de qualquer hipotético invasor, havendo, registos históricos da sua existência, pelo menos, desde o período romano. As origens e vicissitudes de Marvão podem ser consultadas AQUI

Por diversas razões, há muitos anos que não voltava a Marvão. Neste regresso e durante o fim-de-semana ali passado, notei algumas diferenças: por um lado, o incremento da oferta turística; por outro, a crescente descaracterização da genuinidade e consequente perda de magia.

Deixo-vos com algumas fotos e o desafio para (re)descobrirem Marvão, calcorreando pausadamente as ruas, ruelas e muralhas de onde se usufrui um enquadramento paisagístico digno de contos de fadas. Aproveitem para descansar e/ou “beber um copo” apreciando o nascer ou pôr-do-sol num dos vários terraços e esplanadas, e passem um óptimo fim-de-semana num dos muitos alojamentos disponíveis.

Clique numa das fotos e siga o slideshow.

 

 

 



MARROCOS 2015: TANGER – MOULAY BOUSSELHAM – MARRAKECH

 Mais um ano, mais uma viagem aos locais mais recônditos de Marrocos – um país em constante desenvolvimento. Desta vez, a opção passou por deixar os grandes espaços do sul e percorrer alguns dos trilhos mais emblemáticos do Atlas. Neste primeiro artigo, ilustro a viagem calma desde Algeciras (embarque com atraso de cerca de 60 mins) no Ferry da Balearia para Tanger Med e a viagem por auto-estrada até Moulay Bousselham onde pernoitámos, bem como a etapa seguinte até Marrakech, antecedida de uma incursão ao mercado de Skhirat (onde se pode comprar o peixe directamente aos pescadores e pagar numa das “tascas locais” os acompanhamentos e a confecção do repasto). Pelo meio, bom tempo e companheiros do melhor. Como habitualmente, clique numa foto e veja as demais em slideshow; se clicar no filme, visualiza-o imediatamente no Youtube. Se gostou e quer ser informado(a) automaticamente quando houver um novo artigo, subscreva o blog e/ou o canal 100azimutes do YouTube.



MARROCOS 4×4 2014: Chebbi – Erfoud – Orion – Azrou

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Foi em Out/2014 que publiquei o penúltimo artigo sobre a expedição a Marrocos de 2014. A cerca de um mês de, em princípio, regressar a terras africanas, recomeço do Erg Chebbi, onde passámos duas noites muito animadas e retemperámos energias para o regresso a casa, não sem antes termos decidido bordejar a solo o Grande Erg no sentido poente nascente. No penúltimo dia, partimos calmamente em direcção a Erfoud e à cidade de Orion, com destino até Azrou, onde pernoitámos, fazendo a directa de Azrou a Tanger Med e Lisboa no dia seguinte. Desta vez, deixo-vos com um pequeno filme.

Se gostou, subscreva o blog e o canal do YouTube.  Até breve.