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ISLÂNDIA # ICELAND – 3 (Reykjavik a Gulfoss)

Reykjavik a Gulfoss

Saindo de Reykjavik, dirigimo-nos ao PN Pingvellir (património da humanidade), Geysir e Gulfoss. Para além da sua importância histórica na origem da Islândia, Pingvellir situa-se sobre a maior falha geológica do planeta, descoberta em 1950 – a qual está na génese da teoria da deriva dos continentes. As placas norte-americana e euroasiática afastam-se, no sentido E/W cerca de 2 a 2,5 cm por ano. No eixo dessa deriva situam-se locais como a Islândia e os Açores.

Seguidamente, pretendíamos sair do alcatrão e apanhar a nossa primeira estrada F (pista de montanha).

 Azar, estava fechada devido a um aluimento.

Nada que não tivesse solução: seguimos pelo “tapete negro” até à primeira saída que, de acordo com o Iceland Topo e o Ozi, a interceptava. O cenário que surgiu foi este.

Já ao fim da tarde chegámos a Geysir e demos um salto de reconhecimento à cascata de Gulfoss; depois, montámos o acampamento. O Vitara 2.4 a gasolina e cx automática estava a dar alguns problemas.

Acampámos a poucas dezenas de metros de algumas fumarolas, no perímetro de Geysir. Durante a noite choveu bastante, mas nada que nos impedisse de adormecer rapidamente. Amanheceu cedo e com um sol radioso.

O Vitara não estava mesmo nada bem e solicitei à Avis a substituição. Depois de uma verificação por um “mecânico” local, mandaram um com caixa manual – que alívio e que diferença. Enquanto esperámos, fomos a pé até aos geysers e, depois, voltámos a Gullfoss. O grande geyser (Geysir) foi uma das maiores atracções turísticas da Islândia, com projecções violentas de água a ferver até  uma altura de 80 m, mas adormeceu por volta de 1935. Não obstante, existem na zona vários outros, sendo que o que mais regularmente expele água e vapor é o Strokkur, que tem projecções a cerca de 30 m em ciclos de 10 minutos.

A cascata de Gullfoss é uma das mais populares do país, facilmente acessível num único dia desde Reykjavik (juntamente com Geysir), dando origem ao tour denominado Círculo Dourado. A cascata é alimentada por água proveniente dos glaciares que enchem o lago Hvítávatn 40 km a norte e tem uma poderosa queda vertical de cerca de 32 metros.

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5 comentários so far
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Pelo que estou vendo, a Islândia é um país a não deixar de visitar. Obrigado pelas dicas e pelas excelentes fotos que nos abrem o apetite a mais uma aventura.

Comentar por Pedro Luz

Fotos de deixar água na boca…temos que nos encontrar á volta de uma fogueira, com um bela ceia, regada por uma boa pinga, para tu nos contares as ”desaventuras” dessa viagem…

Abraço

Comentar por Diogo Pronto

Diogo,

Desafio aceite, marca 🙂 🙂

Cumps à Família

Comentar por 100azimutes

Excelente destino !! belas paisagens !

Comentar por paulobre

Olá Bre.

Como é que é?

Parafraseando o Parola, ainda vamos ver a “Charrete” na Islândia? 🙂 🙂

Abraço

PS.- Não têm vinhas de jeito 😦 😦

Comentar por 100azimutes




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