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Tibete – Jokhang, Norbulingka, Drepung, Ganden, Sera
16/07/2009, 12:34
Filed under: Tibete - o Tecto do Mundo | Etiquetas: , , , ,
OS PRINCIPAIS MOSTEIROS, PALÁCIOS E TEMPLOS DE LHASA E  ARREDORES

Jokhang: o Templo de Jokhang, situado no centro de Lhasa, na Praça Barkhor, foi o primeito templo budista do Tibete e, para muitos tibetanos, é o templo mais sagrado do país. Os telhados são revestidos a talha dourada, onde sobressaem dois veados ladeando uma Chakra de orações. Tal como o Palácio da Potala, em 2000  foi classificado pela Unesco como Património da Humanidade.

Templo de Jokhang

Templo de Jokhang

 

Palácio de Norbulingka

Palácio de Norbulingka

Norbulingka: o Palácio de Norbulingka serviu como tradicional residência estival dos sucessivos Dalai Lamas desde o sec. XVIII até à ocupação chinesa. Está situado num jardim muito bonito, onde se realizam festivais e eventos ligados às artes.

Monges praticando o tibete em Drepung

Monges praticando o tibete em Drepung

Drepung: o Mosteiro de Drepung foi o maior do Tibete e uma das 3 grandes escolas tibetanas da corrente Gelupka (Ganden e Sera são os outros). Fica situado a meia dúzia de quilómetros de Lhasa. Tanto quanto julgo saber, terá sido encerrado pelas autoridades chinesas em Março de 2008, na sequência da revolta dos monges.

Mosteiro de Ganden

Mosteiro de Ganden

Ganden e Sera: Tal como Drepung, os mosteiros de Ganden e Sera fazem parte da “trilogia Gelupka”, sendo Ganden conhecido como o Paraíso do Budha do Futuro. Situado a cerca de 4.500 metros de altitude, tem uma vista soberba sobre o vale onde serpenteia o rio Lhasa e convida-nos a meditar sobre os verdadeiros valores da nossa existência. Já no que respeita a Sera, tinha cerca de 5.000 monges antes da ocupação chinesa, restando apenas cerca de 500. O mosteiro, a exemplo de muitos outros, foi bastante destruído e posteriormente parcialmente reconstruído.

Mosteiro de Sera

Mosteiro de Sera

Mais importante do que escrever sobre a história destes locais (que pode ser facilmente encontrada na net e em abundante bibliografia em inglês) é tentar descrever a sensação de isolamento, dureza de vida, local de fé e peregrinação, que ainda se constatam.

Não obstante a existência de electricidade (rede eléctrica ou geradores) e de telemóveis, a vida monástica ainda é muito dura e tem-se afirmado, em grande medida, como principal foco de preservação da cultura, história e tradição tibetana, embora influenciada politicamente no âmbito da “resistência pacífica” à ocupação e aculturação chinesa.

A partir deste post, partimos em 4×4 para o interior do planalto tibetano, numa viagem de exaltação dos sentidos e de constante deslumbramento (altitudes entre 4.000 e 5.300 metros).

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1 Comentário so far
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Sou uma Viajante do Mundo(só nas férias)e o Oriente fascina-me desde sempre.Em 2008 visitei o Tibete e sem dúvida ,foi um dos Países pelo qual fiquei encantada;não só pelos Palácios que são fantásticos,como pelo Povo Tibetano,que mesmo sofrido,mantém os seus rituais,sempre na esperança da libertação do seu POVO…magnífico

Comentar por Cidália Gonçalves




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