O amigo Parola ( ver sítio ) tinha lançado o desafio de uma voltinha, desde Chaves (Aqua Flavia, para os Romanos) até Santiago de Compostela, tentando seguir a denominada Rota de Prata dos Caminhos de Santiago.
Com o início da “peregrinação” em Feces de Abaixo, aos quatro ”peregrinos” que se juntaram na sexta-feira na Lousã (o Parola, a Rosa, o “je” e a Luísa) somaram-se em Allariz o Miguel e a Carla e a “peregrinação” desenrolou-se nos nossos habituais 4×4 e primou pelo saudável companheirismo e boa disposição. No meu caso, percorri exactamente 1310 kms na viagem de ida e regrsso a casa e os tracks do “Caminho” estão no link acima indicado.
Para quem está esquecido ou tenha curiosidade, recordo que a Rota de Prata tinha cerca de 29.000 kms e as suas caracterísiticas podem ser consultadas aqui .
Realço que esta parte da rota está algo degradada, só se vislumbando um ou outro peregrino esporadicamente.
Do percurso, saliento o Castelo de Monterrei (também degradado, a fazer lembrar o estado de muito do nosso património histórico militar), as aldeias até Transmiras, o parque de campismo de Ervernadoiro em Allariz e as ainda reconhecíveis vias romanas completamente cobertas de vegetação que nos levaram ao mosteiro de Santa Maria de Oseira ( link ).
O final da “peregrinação” seguiu pela ponte de Ulla, fez uma pausa no parque de campismo de Cancellas, de onde partimos a “penantes” para o centro histórico e para a Catedral de Santiago – onde foi bom regressar.
De notar que toda esta zona “fervilhava” com a agitação de um “Mercado Medieval” e a presença de inúmeros peregrinos e muito mais curiosos e turistas.
Os registos digitais:
























